EMAGREÇA RÁPIDO E DEFINITIVO COM JEJUM INTERMITENTE

Publicado em 11/07/2017

Vamos começar já esclarecendo uma dúvida muito comum: O jejum programado de forma eficiente não oferece RISCOS à saúde, muito pelo contrario. Vamos pensar que podemos reprogramar o nosso corpo, como se estivéssemos apertando um botão de “reset”.

O jejum intermitente não é um estilo de dieta, muito menos estilo de vida. Ele é um P ROTOCOLO NUTRICIONAL, uma estratégia que agregamos ao tratamento de alguns pacientes para melhorar e/ou potencializar alguns objetivos e fatores que conseguimos identificar mediante ao rastreamento metabólico, por sinais, sintomas, histórico de vida e hábitos.

Para quem não é indicado¿

Gestantes, lactantes e portadores de diabetes tipo 1 (insulina dependentes – que precisam comer em determinados horários e com contagem correta de carboidratos para aplicação do hormônio).

Benefícios:

1 – Regulação hormonal:

  • Controle eixo fome-saciedade (COMPULSAO ALIMENTAR) – manutenção hormônios como grelina (FOME) e leptina (SACIEDADE). Com isso você sentirá menos fome e menos compulsão por alimentos viciantes. O grande mal atual são os vícios por alimentos “artificiais” (industrializados) ricos em adoçantes artificiais e açucares refinados.
  • O jejum estimula o hormônio do crescimento – GH (RENOVAÇÃO CELULAR), que gera uma renovação celular. Com isto não temos perda significativa em relação a massa magra. O que ativa também maior lipólise (quebra de gorduras como fonte de energia).
  • Manter os níveis mais baixos de INSULINA (ACELERA A QUEIMA DE GORDURAS) – a insulina é disparada quando há ingestão de carboidratos e excesso de proteínas (quando há excesso as proteínas são metabolizadas no sangue em forma de glicose e ativam a via da gliconeogenese). A insulina é um hormônio com função de reserva e armazenamento a priori, levando a glicose para o fígado, aonde são armazenadas em forma de gordura (triacilglicerídeos). Indicado em tratamentos de gordura no fígado (esteatose hepática, resistência insulínica e síndromes de ovário policísticos).

- Reduz os biomarcadores inflamatórios, reduzindo radicais livres (estresse oxidativo) e células em mutação. Prevenção de doenças crônicas (doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2), câncer, e doença auto-imunes.

- Melhora função cognitiva, concentração e prevenção de doenças neurológicas e demências (Alzheimer, Parkinson) – o jejum estimula o nosso cérebro a aumentar a liberação de uma proteína BDNF (BRAIN DERIVER NEUROTROPHIC FACTOR) – fator neurotrofico derivado do cérebro) que ativa as células troncos neurais e as converte em novos neurônios, disparando varias outras substancias químicas que promovem a saúde neural.

- Redefine o corpo a utilizar gorduras como fonte de energia. Induz o cérebro a utilizar as cetonas (que são subprodutos liberados pela queima de gorduras) como forma de energia.


Mariana Regadas

Nutricionista Clínica e Esportiva Funcional
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